Ou seja,
Inacreditável, mas realmente
aconteceu.
Na Sexta-feira passada, recebi a
notícia que o Joaquim estava com piolho e ela veio como uma tempestade na minha
cabeça.
Não sabia o quefazer, não sabia
como agir!!! Não conseguia filtrar a informação e concretizar alguma atitude.
Era quase meia noite quando a
minha cunhada (que trabalha na escola do Joaquim) veio me dar a notícia. Ao
mesmo tempo em que tentava processar a informação, me senti roubada, poxa, uma
informação tão importante como essa, não foi dada diretamente a mim, que sou a
maior interessada... me revoltei!!!
Passei a madrugada olhando a
cabeça dele, vendo aquelas lêndeas nos cachinhos, e quase chorando de raiva.
Na escolinha disseram que ele era
a única criança com piolho na cabeça. É de querer sair dando cabeçada em todo
mundo, porque a tal escolinha, tem pelo menos 300 alunos entre bebês, crianças
e adolescentes. Fora a equipe de trabalho.
Não havia culpa ou culpado, havia
uma omissão de informação, havia falha de comunicação.
Sábado levei o Joaquim para
cortar o cabelo, aquelas lêndeas estavam de dando agonia. E aí, cedi a sugestão
do farmacêutico de passar uma loção para acabar com os piolhos. Um erro burro e
estúpido! Não costumamos ceder as indicações de farmacêuticos, não costumamos
dar remédio sintético para o Joaquim, mas caí no desespero e sei que errei.
Enfim, passei somente uma vez, tirei
os piolhos e lêndeas com pente fino, lavei bem a cabeçinha dele. E tirei o
resto na unha mesmo.
O mais correto é não entrar com
essas loções ou qualquer outro produto similar. Uma colega depois comentou
sobre o uso de arruda, minha avó e minha mãe falaram de vinagre diluído. Depois
que a gente pesquisa no tio Google, consegue ver outros caminhos não agressivos
á saúde dos pequenos e a nossa saúde também.
Ainda estou muito chateada com o
procedimento que a escola tomou (ou não tomou), a cabeçinha dele está limpa,
sem esses seres asquerosos, mas está com uma gripe terrível, manhoso, dengoso.
